OAK para Regulatory Affairs · Since 2012

Regulatory Affairs English.
Inglês de precisão para quem decide em inglês.

O Método OAK desenvolve a fala profissional de quem responde por regulatório em farmacêutica multinacional: quem submete dossiês à FDA, à EMA e à ANVISA, conduz audits GMP e PIC/S, senta no comitê de pharmacovigilance e atende a call do reviewer sabendo que cada palavra entra no registro.

Você descreve seu portfólio regulatório, as agências com que dialoga e a próxima interação decisiva. Nossa IA lê esse perfil e calibra cada exercício à conversa que você precisa conduzir mês que vem — agency meeting, defesa de query response, audit com inspetor internacional ou apresentação de signal ao comitê global.

Since 2012
No mercado de idiomas
B1–C2
Faixa de entrada
8/mês
Aulas 1:1

Você vai reconhecer.

Quatro situações
que o seu dossiê já viveu.

  • Você escreve a query response com precisão de regulamento. Na call com o FDA reviewer, a mesma precisão hesita em sair.

    O texto submetido está impecável — referências cruzadas, terminologia ICH, tudo no lugar. Mas defender a posição ao vivo, com o reviewer fazendo follow-up em cima da sua resposta, é outro músculo. O método trabalha exatamente esse intervalo entre o domínio escrito e a fala sob escrutínio.

  • Você conhece cada deficiência do dossiê de cor. Explicar a estratégia de resposta pro comitê global é onde a voz encolhe.

    A deficiency letter chegou, a estratégia está desenhada, o cronograma fechado. Falta sustentar a recomendação diante do head global de regulatory — com o registro institucional que a sala espera, sem soar nem defensivo nem submisso.

  • Você conduz a inspeção da ANVISA com serenidade. No audit PIC/S com inspetor europeu, cada resposta vira um cálculo.

    Mesma planta, mesmos SOPs, mesmo sistema de qualidade. O que muda é o idioma em que a resposta precisa ser exata na primeira tentativa — porque em audit não existe segunda chance de reformular o que foi dito ao inspetor.

  • Você lê o signal de pharmacovigilance antes de todo mundo. Posicioná-lo no safety committee internacional ainda custa caro.

    Avaliar causalidade e propor a ação regulatória é trabalho técnico que você domina. Apresentar o signal ao comitê global — calibrando urgência sem alarme, hedging sem omissão — é trabalho de linguagem. São treinos diferentes, e o método desenvolve os dois.

O que a OAK entende

Feito pra quem fala
com a agência.

Glossário ao nível do regulamento

Não treinamos inglês corporativo genérico. Treinamos o léxico exato do seu papel: submission dossier, deficiency letter, query response, pharmacovigilance signal, PIC/S audit, GMP inspection, CAPA, variation, post-approval commitment, label negotiation, briefing book, agency meeting. Cada Modo OAK gera frases com esse vocabulário, calibradas à agência e ao tipo de submissão com que você trabalha.

IA que aprende seu dossiê

Você descreve seu portfólio regulatório (small molecule, biológico, dispositivo), as agências com que dialoga (FDA, EMA, ANVISA, agências locais) e os fóruns que enfrenta — agency meetings, audits, comitês de safety. Nossa IA, treinada com o método pelo próprio fundador, usa esse perfil pra escrever exercícios que parecem ter saído da teleconferência que você teve na semana anterior.

Aulas 1:1 com professor treinado como terapeuta

A Pedagogia das Incompletudes Propositais é silenciosa: o professor não corrige tudo. Ele escolhe o que ajustar e o que deixar incompleto. Aulas desenhadas pra você sustentar posição regulatória diante da agência sem perder a precisão de registro que protege a companhia — e a sua assinatura no documento.

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Como funciona na prática

Cada Modo é calibrado
à sua próxima submissão.

Modo Crabbing
Query response · resposta à FDA

"The applicant respectfully ___ that the proposed specification remains within the approved design space."

Escolha o verbo natural no registro regulatório formal:

  • submits
  • maintains
  • asserts
  • contends
  • argues
Modo Tone
Audit PIC/S · resposta ao inspetor

"That deviation was already fixed, it is not a problem anymore."

Identifique o registro e reescreva preservando a exatidão factual e o tom apropriado a uma inspeção:

  • Defensivo
  • Informal
  • Profissional editorial
  • Evasivo
Modo Express Yourself
Apresentação oral · safety committee global

Em 90 segundos, apresente — em inglês — um pharmacovigilance signal emergente e a recomendação de atualização de label, calibrando urgência sem alarme.

A IA escuta, transcreve e devolve ajustes em terminologia regulatória, hedging técnico e estrutura argumentativa.

Esses não são exemplos de marketing. São prints simplificados de exercícios reais gerados pra alunos da OAK em assuntos regulatórios. Cada um foi escrito pela IA da OAK — treinada com o método pelo próprio fundador — usando o perfil descritivo do aluno como contexto. Os modos de exercício ilimitado com IA são modos de praticar com intenção: cada rodada nasce da sua agência, do seu dossiê e da sua próxima interação regulatória.

Quem já está com a OAK

"Eu redigia a query response em inglês impecável e pedia pra colega da matriz conduzir a call com o reviewer. Depois da OAK, conduzi a teleconferência inteira — e o reviewer encerrou agradecendo a clareza das respostas."

— Regulatory Affairs Senior Manager · Multinacional farmacêutica · São Paulo

"No último audit PIC/S, respondi ao inspetor sem precisar reformular nenhuma resposta. O exercício que a IA tinha gerado na semana anterior trazia quase a mesma pergunta que ele fez na sala."

— Quality & Compliance Lead · Planta farmacêutica · Rio de Janeiro
Origem do método

O Método OAK não nasceu de um curso.
Nasceu da observação.

Alexandre Oak está no mercado de idiomas desde 2012. Antes, passou anos ensinando textos de alta complexidade pra pessoas de todas as idades — e foi nessa convivência prolongada com o ensino que percebeu o cérebro humano como labirinto, cheio de caminhos e possibilidades distintas pra cada aprendiz.

Em 2017, foi representante brasileiro no ECOSOC Youth Forum da ONU em Nova York, onde apresentou o conceito do Método OAK pra autoridades internacionais. Teólogo de formação e estudante de psicologia, desenvolveu o método como iniciativa sustentável com foco em criação de empregos e democratização do ensino de inglês no Brasil.

Hoje, o OAK opera em três esferas: pra alunos que aprendem inglês por ele, pra professores que o usam como ferramenta de trabalho, e pra escolas parceiras que preparam seus alunos pro mercado.

Bases do método

Três princípios
fundam tudo.

Primeiro princípio

O português é aliado, não obstáculo.

Somos brasileiros, e por esse motivo toda a arquitetura do nosso pensamento funcionará em português. No Método OAK, usaremos o português como nosso principal aliado para o desenvolvimento linguístico do idioma inglês.

Segundo princípio

Pensado pra chegar ao nível avançado.

O Método OAK foi pensado, desde o primeiro estímulo, com um planejamento cognitivo pra levar o aprendiz ao nível avançado. Por isso, todo estímulo dado tem como intuito preparar o cérebro do aluno pra lidar com a abstração que o nível avançado requer.

Terceiro princípio

Cognitivista, não informacional.

Nosso cérebro tem a capacidade de entender informações e armazená-las. Porém, isso não significa que ao entender uma gramática e memorizar palavras nos tornaremos falantes avançados do idioma. Pra nos tornarmos avançados, precisamos ter uma caminhada de estímulos certos, que pela sua frequência forcem o cérebro a criar novas vias neurais. Dessa forma, nossa abordagem não é informacional por essência, mas cognitivista.

A experiência

O que esperar de uma aula OAK.

30 minutos, 100% customizados à sua semana regulatória

Cada aula é individual, planejada a partir dos exercícios feitos na plataforma nos sete dias anteriores e do contexto descrito no perfil. Se na semana chegou uma deficiency letter ou houve call com a agência, a aula gira em torno disso.

O professor lê o profissional antes de "ensinar"

Pilar I do método: a relação humana enseja a fala. Alguns alunos chegam direto de um audit, tensos; outros chegam aliviados depois de uma aprovação. O professor adapta ritmo e profundidade antes de qualquer correção formal.

O conteúdo emerge da conversa, não de um livro

Não há apostila. Há um aluno trazendo uma pergunta difícil do reviewer, uma frase travada em teleconferência ou um trecho de query response que ainda não soa exato — e o professor conduzindo o desenvolvimento estrutural a partir disso.

Rigor cirúrgico por baixo, sem protocolo visível

Pilar III do método: a metodologia opera no plano de fundo. O aluno percebe uma conversa de alta qualidade. Por baixo, o professor segue uma matriz precisa de habilidades, calibrada à faixa CEFR.

Cada aula deixa lacunas propositais

Pedagogia das Incompletudes: o professor não fecha tudo. Algumas perguntas ficam abertas; alguns vocabulários ficam parciais — pra que o aluno volte tensionado, no melhor sentido. É essa tensão controlada que cria aprendizado profundo.

Próximo passo

Comece pelo nivelamento.
Sem cobrança.

Você preenche o formulário, nosso time lê o contexto regulatório e devolve uma proposta editorial — qual Modo priorizar, qual professor faz sentido, qual ritmo realista pra próxima submissão, audit ou agency meeting.

Não vendemos pacote no primeiro toque. Conversa primeiro, proposta depois.

Perguntas que fazem sentido

Cinco perguntas que ouvimos
de quase todo o regulatório.

O método cobre calls com reviewers da FDA e da EMA?+

Sim. Modo Express Yourself e Modo Tone trabalham exatamente esse cenário: agency meetings, teleconferências de esclarecimento, defesa de query response ao vivo. A prática é deliberada em cima do tipo de interação que você já tem com a agência — incluindo a gestão de pergunta inesperada, que é onde a maioria trava.

Funciona pra audits GMP e PIC/S, em que a resposta precisa ser exata na primeira vez?+

É um dos contextos mais treinados na trilha. Em audit, reformular uma resposta mal dada custa caro. Por isso o treino combina precisão lexical (Collocations, Crabbing) com registro sob pressão (Tone, Express Yourself) — pro inglês da resposta sair com a mesma exatidão do SOP que ela descreve.

E se eu tiver inglês intermediário (B1)?+

O método assume leitura profissional em inglês já no B1. Se você lê um guideline ICH ou uma deficiency letter com dicionário ocasional, está dentro da faixa. Quem está abaixo de B1 nivelamos em conversa direta com o Alexandre antes de aceitar a entrada — não vendemos pacote pra perfil em que sabemos que o método ainda não rende.

Vocês entendem a especificidade do vocabulário regulatório?+

O perfil descritivo é o que garante isso. Você informa agência, tipo de submissão, área terapêutica e fórum típico — e a IA gera exercícios com a terminologia exata do seu contexto, na precisão que regulamento exige. Nossos professores têm experiência com alunos que conduziram submissões, audits e comitês internacionais. Não somos consultoria regulatória; somos especialistas em formar a comunicação desses profissionais.

Como é a contratação B2B pra times de Regulatory Affairs?+

Contrato anual mínimo, a partir de seis alunos. Inclui painel RH com indicadores por aluno e por área (Regulatory, Qualidade, Pharmacovigilance), relatório trimestral pra liderança e LGPD com data residency Brasil. Pra companhias multinacionais, MSA com cláusulas de compliance específicas.

A call com o reviewer
merece o mesmo rigor que você deu ao dossiê.

A agência lê a sua submissão em inglês. A sua carreira tem direito de defender essa submissão ao vivo, na teleconferência e no audit, com a mesma exatidão do documento que foi protocolado.